No cargo desde o último dia 30, o novo chefe de gabinete da Presidência da Argentina, Diego Santilli, recebeu em Buenos Aires o senador Martín Goerling, da província fronteiriça de Misiones.
Na pauta do encontro, os pedidos apresentados pelo parlamentar para a redução das filas em pontos fronteiriços como a Ponte Tancredo Neves. Atualmente, a lentidão na passagem pela aduana argentina prejudica o turismo, o comércio e a integração regional.
Desde março, autoridades e lideranças de Puerto Iguazú e da província de Misiones vinham cobrando, do governo da Argentina, soluções para as filas na fronteira com Foz do Iguaçu.
As férias de julho chegaram, porém, e as medidas adotadas, como os reforços nas equipes de fiscalização, mostraram-se insuficientes.
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Em declarações reproduzidas pela Radio Yguazú, Goerling contou que pediu providências efetivas e definitivas quanto às longas filas para entrar e sair da Argentina.
“Pedi para o governo agilizar o controle migratório, liberar a entrada de turistas e das pessoas que querem vir, como faz o Brasil. Apresentei várias propostas e voltei com o compromisso de trabalhar este tema em conjunto e a fundo”, afirmou.
“As filas nos prejudicam muito no cenário econômico. Temos um enorme potencial com os nossos vizinhos, mas colocamos barreiras para que nos visitem”, reconheceu.
Ademais de Santilli, o senador manteve reunião com o secretário do Interior, Gustavo Coria, cuja pasta coordena a Direção Nacional de Migrações da Argentina.
Na visão de Goerling, o controle migratório deveria ocorrer em outro ponto da fronteira, não na cabeceira da Ponte Tancredo Neves. “Essa seria a máxima solução”, disse.
Para ler a publicação, em espanhol, no site da Radio Yguazú, clique aqui.

