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Cataratas do Iguaçu

Alta visitação reacende debate sobre filas no Parque Nacional do Iguaçu

Em dias de pico, a espera é longa para entrar e sair do passeio pelas Cataratas do Iguaçu; concessionária afirma que não há espera significativa para embarque.

15 min de leitura
Alta visitação reacende debate sobre filas no Parque Nacional do Iguaçu
Fila de turistas à espera do embarque de retorno no Porto Canoas — Imagem: reprodução vídeo
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O recorde de visitação no Parque Nacional do Iguaçu, que abriga as Cataratas do Iguaçu, levanta o debate sobre o expressivo movimento de pessoas na unidade de conservação e a estrutura para acolher o público em dias de pico. Em meio aos 2.058.539 visitantes no ano passado, houve formação de filas para entrar e sair do atrativo em dias de grande fluxo de turistas.

Esse é um problema antigo, que ocorre com maior ou menor intensidade em feriados, fins de semana prolongados, recesso escolar de meio de ano e férias de dezembro e janeiro. Os feriadões de carnaval, Páscoa e Natal são datas nas quais a formação de filas costuma ocorrer, afetando a experiência contemplativa dos visitantes, apesar de a concessionária ampliar o horário de funcionamento da unidade.

A reportagem recebeu denúncias de leitores criticando as aglomerações nos acessos às Cataratas do Iguaçu. Em dias de pico, uma multidão se forma no Centro de Visitantes e continua ao longo do passeio nas trilhas, nas passarelas, nos mirantes e, sobretudo, no Porto Canoas, ponto de embarque para o retorno, ao término do passeio. Foi o que ocorreu no fim de ano, entre o Natal e a virada, conforme relatos e imagens em vídeo enviados à redação.

Em uma das exposições, morador argumentou que a estrutura de atendimento em feriadões fica abaixo da capacidade da unidade para receber “multidões de visitantes”, opinou, o que impede de acolher adequadamente os visitantes, na sua avaliação. Ele narrou as filas que enfrentou, por exemplo, no último dia 28, optando por não ser nomeado nesta matéria.

Vídeo mostra fila de turistas no Porto Canoas, gravado no dia 28 de dezembro.

É uma “irresponsabilidade vender tantos tíquetes e não ter ônibus para tirar as pessoas lá de baixo. São horas e horas em filas quilométricas, e o turista não consegue sair lá debaixo [ponto de embarque], todos expostos ao sol, com muitas crianças e idosos”, cobrou. De acordo com ele, a preocupação maior seria bater recordes. “Não existe estrutura para receber bem visitantes [em dias de pico]”, mencionou.

Questionamentos ao ICMBio e Urbia Cataratas

O H2FOZ ouviu duas partes envolvidas diretamente na questão: o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, responsável pela administração, fiscalização e planejamento do parque; e a concessionária Urbia+Cataratas, encarregada da gestão dos serviços turísticos.

O H2FOZ questionou a autarquia e a empresa sobre as cenas que exemplificam os gargalos de infraestrutura no Parque Nacional do Iguaçu. A reportagem perguntou ao ICMBio e à Urbia, entre outras questões, se as filas registradas evidenciam a necessidade de rever a logística de transporte e se não sugerem limitação da capacidade de atendimento em dias de fluxo intenso.

Conforme a concessionária, no fim de semana do sábado, 27, e domingo, 28, outros 12 ônibus se somaram à frota dos 21 do parque, “garantindo maior agilidade no atendimento dos 11.637 visitantes que nos visitaram no sábado e dos 12.580 que nos visitaram no domingo”. Ainda segundo a empresa, “apesar da alta demanda verificada, não foram identificadas esperas significativas de embarque”.

Formação de fila para sair do atrativo no domingo, 28 de dezembro — Imagem: reprodução vídeo

ICMBio solicitará informe sobre capacidade operacional

Uma das perguntas foi sobre a capacidade de entrada de pessoas por dia e por hora no Parque Nacional Iguaçu em datas normais e feriadões. De acordo com o chefe do Parque, José Ulisses dos Santos, “será solicitado à concessionária que informe sua capacidade operacional de atendimento para avaliação pela coordenação nacional de obras e infraestruturas do ICMBio”.

Sobre a relação dos recordes com o acolhimento dos visitantes, a resposta é que há a expectativa de vender ingressos para um turismo de massa. No entanto, o trabalho do instituto se concentra em “divulgar as cachoeiras, trilhas, parques naturais e comunidades tradicionais que tenham conexão íntima entre conservação, sustentabilidade, justiça ambiental, cultura e natureza”. Veja a resposta na íntegra abaixo.

ICMBio afirma que os impactos de visitação em massa em infraestruturas construídas são controlados pela gestão eficiente dos resíduos sólidos e tratamento dos efluentes — Imagem: reprodução vídeo

Urbia afirma não existirem regras que limitem lotação

A Urbia+Cataratas realçou que não existem regras limitando lotação em espaços abertos na legislação vigente. Ainda assim, foi criado um sistema para organizar o fluxo de visitantes, que conta com horários, equipe e transporte extras.

Com vistas a superar os problemas relatados, já existem projetos de melhoria na infraestrutura. A assessoria também destacou que fatores externos podem trazer impactos na visitação, como atrasos devido às obras na Rodovia das Cataratas.

Apesar da alta demanda, segundo a concessionária, não houve espera significativa no embarque dos visitantes no fim de semana dos dias 27 e 28 de dezembro. Confira a resposta na íntegra abaixo.

Urbia+Cataratas informa que existem projetos de melhoria na infraestrutura — Imagem: reprodução vídeo

Outro lado ICMBio 

Entrevista com o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, José Ulisses dos Santos.

1) Qual é a capacidade de entrada de pessoas por dia e por hora no Parque Nacional Iguaçu em datas normais e feriadões? 

Neste momento, esta pergunta deve ser direcionada à concessionária Urbia+Cataratas, empresa com delegação de competência para realizar a gestão da visitação no Parque Nacional do Iguaçu, pois, de acordo com o contrato de concessão, o número de pessoas atendidas por hora e dia é definido pela concessionária de acordo com sua capacidade operacional de atendimento (número de vagas nos ônibus, número de ônibus, tempo do percurso) e capacidade do número de pessoas nas infraestruturas, cuja balizas são definidas em projetos de engenharia. Os impactos de visitação em massa em infraestruturas construídas são controlados pela gestão eficiente dos resíduos sólidos e tratamento dos efluentes.

A definição de capacidade de carga, que o ICMBio denomina Número Balizador de Visitantes, ou NBV, só se aplica às áreas naturais ou prístinas — como trilhas e mirantes em terra, rios etc. — sem nenhuma infraestrutura, apenas sinalização rústica ou, no máximo, com infraestruturas rústicas como placas, escadas em pedra ou madeira e terra, pinguelas. Nossas trilhas ainda não possuem NBV e não urgência — será feito no futuro — porque a visitação é baixíssima nestas áreas, muito aquém do que se vislumbra como limite. Aí se faz necessário o controle para minimizar os impactos ambientais, à medida que as trilhas rústicas não têm banheiros, lixeiras nem monitores, bombeiros e funcionários presentes a poucos metros um do outro, como acontece na Trilha das Cataratas.

2) O ICMBio tem ciência das longas filas registradas no dia 28 de dezembro, no Porto Canoas, que resultaram em turistas esperando até duas horas para embarcar em ônibus de retorno?

Temos ciência do aumento da visitação nos feriados, principalmente nos meses de alta temporada. Neste sentido, será solicitado à concessionária que informe sua capacidade operacional de atendimento para avaliação pela coordenação nacional de obras e infraestruturas do ICMBio. Há a possibilidade de que a empresa tenha extrapolado essa capacidade ou tenha tido algum problema operacional como a disponibilidade de ônibus. 

3) Quais medidas são adotadas para evitar as filas em feriados e quais medidas são tomadas quando identificada sobrecarga no atendimento?

Filas são inevitáveis. Penso que a questão é qual o limite de tempo razoável ou tolerável de espera numa fila. Caso esteja se referindo às filas físicas no Centro de Visitantes, essa regulamentação dependerá do município ou do estado.

Da parte do ICMBio compete verificar o respeito aos limites estruturais da operação, e ao visitante, registrar sua insatisfação nos canais de avaliação da qualidade da visitação. Essa pontuação será utilizada no sistema de mensuração de desempenho da concessionária, e quanto mais baixa a nota, maior será a multa aplicada à concessionária. Felizmente, ou não, a maioria absoluta dos visitantes registra notas altíssimas e somente em situações como essa reclamam, mas não nos canais adequados. Como solução iremos fazer campanhas para que o visitante avalie com independência e criticidade a experiência da visitação nos canais cuja mensuração e avaliação impactem financeiramente a concessionária.

O ICMBio tem realizado vistorias periódicas, a cada dois meses em média, com toda a comissão de fiscalização do contrato, mas a gestão local do parque está analisando uma forma de implantação de um sistema de monitoramento local nos dias de maior pico de visitação.

4) O ICMBio prioriza o turismo de massa ou a experiência contemplativa dos visitantes, alinhando o turismo sustentável ao meio ambiente?

Essa pergunta cabe muito debate e estudo na área de economia. Os conceitos de experiência contemplativa e turismo sustentável são muito genéricos, podem conter muita coisa e não ter seriedade ou profundidade nenhuma.

O turismo de massa é o DNA, a essência e a lógica do turismo de Foz do Iguaçu. Conto, sem ultrapassar o número de dedos em minhas mãos, as empresas ou profissionais de Foz do Iguaçu que não trabalhem e desejem o turismo de massa. O atual contrato de concessão é um reflexo disso. E todas as iniciativas existentes de turismo não massificado no parque e seu entorno imediato contam com fomento, suporte e apoio do ICMBio. Realizamos capacitações com guias e condutores, em parceria com o Parque das Aves, Unila, Unioeste, Adetur, UTFPR, UFFS, com especialistas de todo o Brasil, para formar especialistas em turismo de experiência, aviturismo, trilhas de longo curso, turismo de base comunitária, turismo quilombola, etnoturismo, turismo rural, turismo náutico, cadeia produtiva local associada aos frutos da Mata Atlântica. Existe material farto de divulgação de todas as iniciativas apoiadas pelo ICMBio nas nossas mídias sociais (@parquenacionaldoiguacu). As áreas de visitação em todo o parque estão preparadas e ordenadas conforme no Protocolo Operacional de Visitação (www.icmbio.gov.br/parnaiguacu). Além do nosso protagonismo em tudo isso, ressalto que a excelência, a expertise e a decisão de implantar um sistema de trilhas no parque e definir áreas de banho e canoagem (como acontece em Capanema) são iniciativas e decisões do ICMBio.

Infelizmente, o perfil do setor de turismo de Foz do Iguaçu, tanto iniciativa privada quanto poder público, municipal e estadual, é majoritariamente voltado à promoção ao turismo de massa, e esse contexto exerce muita pressão sobre a gestão do parque e define o perfil do visitante que chega à unidade de conservação. A maioria das pessoas sequer sabem o que é e o que representa um parque nacional. E o marketing local só vende as Cataratas do Iguaçu para rapidamente levar o turista aos outros atrativos para ganhar mais comissão e sustentar essa rede e essa lógica. Para sustentar essa lógica, o trade e os poderes públicos locais só precisam das Cataratas, cuja área com infraestrutura e turismo de massa corresponde a cerca de 1% de todo o território do parque, 0,5% dos quais o estado do Paraná reivindica ser dono. O restante do parque, onde se poderia promover o turismo de experiência, quase ninguém se importa, só porque não dá pra massificar a visitação. Enquanto isso, nossas trilhas e rios, ao redor de todo o parque, mal têm visitantes, mas estão lá disponíveis, e o ICMBio, com parceiros como a Adetur, tentando promover e divulgando. Sinceramente, conheço pouquíssimas instituições locais que defendam, entendam e façam realmente o que é ecoturismo, turismo de base local e turismo de experiência.

Existe uma pressão muito grande do setor do turismo de Foz do Iguaçu para que o ICMBio utilize os recursos do parque para promover turismo de massa, financiando divulgação em massa, sem direcionamento de nicho e em feiras de turismo de todos os segmentos. O que não passará na atual gestão. Ao contrário, busquei a Embratur e o Ministério do Turismo em Brasília para promover internacionalmente — nas feiras, realizar famtour e presstrip, para atrair visitantes interessados em ecoturismo e experiências (vamos promover aviturismo, astroturismo, trilhas de longo curso, turismo cultural e rural, turismo de base comunitária, em todo o entorno do Parque Nacional, nos 14 municípios lindeiros). Em todas as ações, as Cataratas do Iguaçu serão apenas uma paisagem de fundo, um atrativo do parque que não precisa ser vendido. Como exemplo prático, sobre Foz do Iguaçu, só iremos divulgar as cachoeiras, trilhas, parques naturais e comunidades tradicionais que tenham conexão íntima entre conservação, sustentabilidade, justiça ambiental, cultura e natureza.

Também estamos desenvolvendo diversos projetos de educação ambiental, com professores, em todo o entorno do parque.

Para finalizar, o ICMBio nunca foi e não é favorável ou defensor do turismo de massa, em lugar nenhum. Em Foz e nas Cataratas é uma realidade dada e irreversível. Qualificar melhor a visitação a esse atrativo é uma responsabilidade conjunta, mas digo e repito, principalmente do setor de turismo de Foz do Iguaçu, porque esse modelo de contrato é reflexo de interesses diversos e não foi feito pelo ICMBio unilateralmente.

Para terminar, saiba que o contrato tem um equilíbrio financeiro-econômico extensamente analisado. São estudos muito complexos, ao menos pra mim, que não sou economista. Mas o estabelecimento de limites diários e redução do número de visitantes para um cenário ideal, tranquilo, ensejaria alteração no teto de valor dos ingressos, podendo elevar o valor ao dobro ou triplo do praticamente atualmente. Vide o valor do ingresso na Argentina. Então não é simples, cada política tem suas consequências. Turismo de experiência com capacidade de carga tende a se tornar muito caro e inacessível para a maior parte da população. A vantagem é a geração de benefícios econômicos para pequenas empresas e comunidades locais, o que cabe nas demais áreas de visitação do parque, em outros municípios. O que não é o caso da operação nas Cataratas.

Outro lado Urbia+Cataratas

O H2FOZ levantou as seguintes questões para a concessionária:

1) Qual é a capacidade de entrada de pessoas por dia no Parque Nacional do Iguaçu? E por hora?

2) Quantas pessoas visitaram o Parque Nacional do Iguaçu no sábado (27/12) e no domingo (28/12)?

3) Por que houve formação de extensas filas para entrar no CV?

4) Por que ocorreram filas quilométricas no Porto Canoas e outros pontos de embarque para retornar ao Centro de Visitantes no sábado, 27, e domingo, 28?  

5) Quantos ônibus rodaram no sábado (27/12) ao longo do dia e nos horários de pico? E no domingo (28/12)?

6) Quais medidas/ações a Urbia Cataratas adota previamente para evitar extensas filas de turistas que precisam retornar ao CV do parque, sobretudo em datas especiais como feriados, férias e fim de ano?

Em resposta aos questionamentos da reportagem, a concessionária enviou o seguinte comunicado:

A legislação vigente não estabelece regras que limitem a capacidade/lotação de espaços abertos, como é o caso do Parque Nacional do Iguaçu. Entretanto, visando a qualidade do atendimento dos visitantes, a concessionária criou um sistema de ordenamento de visitação por horário, o que ajuda a organizar o fluxo de visitantes nos atrativos.

Em dias de alto movimento, visando garantir a qualidade do atendimento de todos os visitantes que procuram o PNI, trabalhamos com horários, equipe e transporte extras, o que também contribui para o ordenamento de visitantes no atrativo.

Só neste fim de semana (27 e 28 de dezembro) 12 ônibus se somaram à frota dos 21 do parque, garantindo maior agilidade no atendimento dos 11.637 visitantes que nos visitaram no sábado e dos 12.580 que nos visitaram no domingo. Apesar da alta demanda verificada, não foram identificadas esperas significativas de embarque.

Por certo que fatos alheios ao controle da Concessionária podem gerar impactos na visitação, dos quais destacamos as filas na Rodovia de acesso ao Parque em razão do desconhecimento do local por visitantes não munícipes, as obras na Rodovia e o alto fluxo turístico na região do Parque, ocasionando atrasos dos próprios visitantes na chegada para embarque.

Cumpre informar que para os próximos anos de concessão da Urbia+Cataratas estão previstos investimentos que visam melhorar as estruturas de apoio à visitação e a criação de novos atrativos, atestando nosso compromisso com a qualidade dos serviços ofertados.

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    4 comentários em “Alta visitação reacende debate sobre filas no Parque Nacional do Iguaçu”

    1. Ilania

      As filas são resultado do péssimo serviço da Concessionária. Onde estão as melhorias da trilha? Tem dinheiro para construir restaurante, abrir trilhas novas, mas não a trilha para benefício dos visitantes, com acessibilidade. Transporte precário, atenção nota zero. Saudades do ex- diretor Sr. Júlio Schorodky viu!!

    2. Eduardo

      Temos um local extraordinário, com potencial enorme para turismo! Mas… infelizmente , a estrutura não apenas do parque, mas da cidade como um tudo, deixa muito a desejar. É uma cidade que aparenta nao querer os turistas..
      Tudo é bagunçado, tudo! Falta de informações em toda a cidade, em todos os pontos turisticos! Nao ha sinalizacao viária. Denteo dos locais não ha sinalização de nada.! Locais muito cheios, alguns nem estacionamento tem.. e é terra de ninguem… 5 dias na cidade, nao avistei uma policia sequer, muito menos guardas de transito, para no minimo coibir os espertinhos que cortam fila. Fazer fronteira então, uma zona… Espera absurda, nao ha sinalização para nada… E isso ocorre nas tres fronteiras, de todos os lados. Ao menos na argentina fazem controle.. enfim, nao volto mais. Alias, um local onde ninguem volta. É uma vez na vida e ja era

    3. Carlos Eduardo Petersen

      Bom, estive nas cataratas dia 07/01, realmente a venda de ingressos sem um controle de horário de entrada e saída gera o caos lá dentro. Chegamos com altas expectativas, mas aos poucos elas vão sendo minadas ao ponto de você só querer ir embora. Calor, aglomeração insana, preços elevados, infraestrutura precária em alguns pontos, falta de guias organizando o fluxo de pessoas e por aí vai. Em resumo, valeu pelo passeio de barco no macuco, o resto foi sofrimento pago.

    4. L Q // AF

      Onde seria o cartão postal do Brasil , preço exorbitante !!!
      Valor abusivo para visitantes brasileiros , infelizmente é algu para poucos , apenas para a nata e estrangeiros que ganham $20 dólares por hora . Enquanto um brasileiro precisa trabalhar um dia p fazer o passeio individual.
      Um absurdo não existir passe – free ou meia entrada para idosos e crianças escolares .
      Fui visitar vários parques dentro do Brasil, que existe uma política que está dentro das possibilidades dos brasileiros. ( Equilíbrio financeiro adequado a realidade brasileira ) .
      Ou o parque foi feito por Deus para uma minoria ??? E estrangeiros ??? Espero que não .
      Parque Federal justificativa invasiva !!!
      porque todos os brasileiros pagam impostos que vão favorecer a vida dos federados .
      Em outras palavras , nós, o povão que pagamos os federados …
      Isso está com cara de esquerda rrrssssssss
      Esse sistema escorchante de cobrança , contribui para a cultura dos estrangeiros , e outras nações , e de uma minoria no Brasil .

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