Leishmaniose: imunoterapia como tratamento!

A leishmaniose não tem cura parasitológica, mas tem controle clínico. - Foto: Freepik

Hospital Veterinário Popvet é especializado nas técnicas que ajudam a prolongar a vida e o próprio bem-estar dos cachorros.

Diante da primeira suspeita de o nosso “catioro” ter contraído leishmaniose já bate aquele desespero. E agora? Vai sofrer? Vai sobreviver? Nessa hora é importante buscar informações de profissionais da medicina veterinária sobre as formas mais modernas de diagnóstico e de tratamento, como a imunoterapia.

A leishmaniose visceral canina é uma doença infecciosa parasitária causada por um parasita da espécie Leishmania infantum, que atinge humanos e outros mamíferos, como o cão. Aliás, no ambiente doméstico, o cachorro é principal abrigo desse parasita.

A leishmaniose não tem cura parasitológica, mas tem controle clínico, explica o médico-veterinário Kelvinson Fernandes Viana, pesquisador que presta apoio técnico-científico ao laboratório do Hospital Veterinário Popvet. Tudo vai depender de um bom e rápido diagnóstico para resultar num tratamento eficaz e capaz de salvar a vida do cão.

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O animal, quando positiva para essa doença, pode levar até oito meses para apresentar resultado positivo no teste de diagnóstico. Daí a atenção deve ser redobrada para tratar da moléstia. “Nós temos várias técnicas de diagnóstico para dizer se o cão é ou não positivo para esse parasita”, afirma o médico-veterinário.

Antes de falar delas, Kelvinson Viana diz ser importante destacar que a leishmaniose tem prevenção – existente na forma da vacinação, coleiras e repelentes para impedir que o animal contraia a doença. Porém nem todos os tutores tomam os devidos cuidados contra o parasita.

Kelvinson Viana: Leishmaniose é uma doença que tem prevenção e tem controle – Foto; Divulgação

Então, uma vez doente, o cachorro começa assintomático (não apresenta ou não constitui sintoma), evolui para oligossintomático (apresenta poucos ou leves sintomas) e depois para sintomático. Caso a doença não tenha um controle efetivo, o paciente caminha para o óbito.

Tratamento – O Hospital Veterinário Popvet também trabalha com drogas alopáticas, cujo objetivo é combater as doenças com remédios que produzam efeitos contrários aos sintomas causados. É uma forma de controle clínico, de cura clínica, pois o paciente continua com o protozoário para toda a vida.

Então a imunoterapia entra onde?

Na imunoterapia são utilizados produtos que estimulam e fortalecem o sistema imunológico do cachorro para que ele consiga combater o parasita e permanecer vivo por muito mais tempo. E o melhor: sem o risco de causar resistência parasitária como ocorre com o uso de drogas. “Isso é muito preocupante, porque a droga faz pressão sobre o parasita, que continua vivo e aumentando o risco de gerar resistência ao antiparasitário”, frisa Kelvinson Viana.

Popvet trabalha com várias técnicas de diagnóstico para dizer se o cão é ou não positivo para esse parasita – Foto: Divulgação

São várias as opções de imunoterapia ofertadas pela medicina veterinária, desde as inespecíficas (que resultam em melhoras na saúde de uma maneira geral) às específicas (atuam exclusivamente para um determinado microrganismo. Essas costumam ter um resultado mais eficaz).

Dentro da imunoterapia veterinária específica, os produtos são feitos de maneira personalizada. Hoje no Brasil existem empresas que preparam imunoterapias específicas para piodermite, papilomatose, leishmaniose, alergias e câncer, por exemplo. “Caso você tenha um cão positivo para leishmaniose, busque um médico-veterinário para que ele possa te informar sobre o melhor tratamento para controlar a doença e possibilitar maior tempo de vida, com qualidade, para o seu cão”, conclui o profissional.

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