Presidenciável argentino diz que Tríplice Fronteira é mercado do crime

Horacio Rodríguez Larreta, atual prefeito de Buenos Aires, é apontado como um dos principais nomes na corrida presidencial argentina.

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Apontado como um dos principais nomes da oposição na corrida presidencial argentina (as eleições estão marcadas para outubro), o atual prefeito de Buenos Aires, Horacio Rodríguez Larreta, esteve em Puerto Iguazú, no início da semana, para uma breve agenda com dirigentes locais e representantes do setor empresarial.

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Rodríguez Larreta é filiado ao partido Proposta Republicana (PRO), cujos outros nomes mais conhecidos são o ex-presidente Mauricio Macri (2015–2019) e a ex-ministra da Defesa e atual presidente da legenda, Patricia Bullrich. Após a passagem pela região fronteiriça, o presidenciável postou fotos e impressões nas redes sociais.

“Estive na Tríplice Fronteira, onde funciona um dos maiores mercados delitivos da América Latina. Todos sabemos disso. O narcotráfico e o contrabando operam sem nenhum controle do governo nacional, o que põe em risco a paz e a segurança de milhões de pessoas”, escreveu Rodríguez Larreta, na rede social Twitter.

“Nós, argentinos, precisamos que essa problemática seja atacada por todos os ângulos possíveis. Para isso, as forças nacionais e provinciais de segurança precisam trabalhar em conjunto, cooperando também com os países do Mercosul. Assim vamos combater o avanço das máfias”, afirmou.

Também via redes sociais, o ex-governador de Misiones Maurice Closs questionou a fala de Rodríguez Larreta. “Ele não deu uma palavra sobre como melhorar o corredor turístico, ajudar na infraestrutura ou promover o destino. Sem dúvida, governará assim se ganhar, com discurso de centralização e desdém em relação às províncias”, criticou.

Além dos representantes do PRO (Rodríguez Larreta, Macri ou Bullrich), outros políticos de oposição trabalham para viabilizar seus nomes na corrida presidencial, como o economista Javier Milei, ligado a movimentos da ultradireita. Do lado governista, a hipótese mais provável é a candidatura do atual ministro da Fazenda, Sergio Massa.

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