Confira a concorrência para as vagas do processo seletivo de Itaipu

Entre os cargos mais procurados estão dois de nível médio. Mais de 21 mil pessoas estão inscritas para realizar as provas.

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Mais de 21 mil pessoas se inscreveram para participar do processo seletivo externo da Itaipu Binacional, concorrendo a um dos 31 cargos disponíveis de níveis médio e superior. Entre as vagas mais procuradas estão dois cargos de nível médio.

São 7.627 candidatos inscritos para os serviços administrativos e 1.606 para agente de segurança. Quanto aos cargos de nível superior, as maiores concorrências estão nos postos de administrador (1.381), advogado (1.091) e engenheiro civil (905), seguidos por engenheiro eletricista (735), técnico em elétrica (709), arquiteto (643), biólogo (631) e engenheiro mecânico (564).

Conforme o edital, apenas um candidato será aprovado para cada um dos 31 cargos. Os mais bem colocados também integrarão o cadastro de reserva da empresa. Confira a lista completa por número de inscritos:

A maioria dos cargos se destina à lotação em Foz do Iguaçu, cidade-sede da Itaipu na margem brasileira. Contudo, há também a possibilidade de atuação em Santa Helena (PR), Guaíra (PR) e Brasília (DF). A lotação do candidato será informada no momento de sua convocação para o preenchimento das vagas, de acordo com as necessidades da empresa.



As provas estão agendadas para o dia 21 de janeiro, em Curitiba e Foz do Iguaçu (PR). O processo seletivo é para admissão imediata e formação de cadastro de reserva, com salários iniciais de R$ 4.005,76 a R$ 8.902,45. Além do salário, a empresa oferece ampla política de benefícios, como auxílio-alimentação, plano de previdência privada, participação nos resultados, plano de saúde médico-hospitalar e odontológico extensivo aos dependentes, e auxílio-educação para os filhos até a conclusão do nível médio, entre outros.

O processo seletivo adotado pela Itaipu é semelhante ao de um concurso público. A diferença na terminologia se deve às características peculiares da natureza jurídica da empresa, que não é uma estatal, mas uma binacional regida por um tratado internacional assinado pelos governos brasileiro e paraguaio.

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