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Servidores rejeitam proposta de Silva e Luna e seguem a cobrança pelo reajuste integral

A categoria cobra reposição salarial de 5,4% em parcela única e 10% sobre o auxílio-alimentação.

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Servidores rejeitam proposta de Silva e Luna e seguem a cobrança pelo reajuste integral
Assembleia conjunta das categorias profissionais da prefeitura - foto: Izabelle Ferrari/Sinprefi

Os servidores municipais de Foz do Iguaçu rejeitaram, por unanimidade, a nova proposta apresentada pela prefeitura para a reposição salarial da data-base de 2026. A decisão foi tomada em assembleia quarta-feira (28) na Câmara Municipal.

Entre as principais reivindicações dos servidores está a reposição de 5,4% nos salários. A administração municipal propôs menos, correção de 4,11%, correspondente ao INPC acumulado nos últimos 12 meses, mas de forma parcelada.

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Na nova proposta, apresentada pelo prefeito Joaquim Silva e Luna (PL) durante reunião de negociação, o percentual seria pago em quatro parcelas sucessivas. O percentual seria dividido da seguinte forma: 1% em junho, com retroativo a maio, 1% em julho, 1% em agosto e 1,11% em setembro.

Os trabalhadores também recusaram a proposta de reajuste do auxílio-alimentação, que passaria de R$ 550 para R$ 600. A categoria reivindica aumento de 10% no benefício.

Já a prefeitura alega limitações orçamentárias para justificar o percentual e o parcelamento.

Servidores e previdência

Outro tema debatido foi o projeto encaminhado pela prefeitura para alterar dispositivos da Lei Orgânica do Município relacionados à previdência dos servidores. A assembleia decidiu emitir parecer contrário à proposta e solicitar a continuidade das negociações.

Os resultados da assembleia foram formalizados nessa sexta-feira (29) pelos sindicatos que representam os servidores, Sinprefi e Sismufi. E foram encaminhados ao Executivo municipal.

Próximos passos

Presidente do Sinprefi, Viviane Dotto afirmou que a categoria considera insuficientes os termos apresentados. “A data-base não é aumento salarial, é apenas a reposição das perdas inflacionárias”, declarou.

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“As tratativas se arrastam desde o início do mês”, contextualizou o presidente do Sismufi, Aldevir Hanke. “Ajustes no orçamento podem viabilizar o atendimento das reivindicações”, propôs.

Novas assembleias dos sindicatos estão marcadas para 9 de junho. As entidades avaliam os próximos encaminhamentos caso não haja avanço nas negociações.

(Com informações das assessorias)

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    Paulo Bogler

    Paulo Bogler

    Paulo Bogler é repórter do H2FOZ. Com enfoque em pautas comunitárias, atua na cobertura de temas relacionados à cidade, política, cidadania, desenvolvimento e cultura local. Tem interesse em promover histórias, vozes e o cotidiano da população. E-mail: bogler@h2foz.com.br.

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