Orgulho LGBT: direitos para combater a discriminação

James Mosconi é entrevistado no programa Marco Zero - Foto: Carlos Sossa

Empresário e drag queen, James Mosconi aborda o Dia do Orgulho LGBTQI+ e a Pagu Café & Pub, espaço em Foz para a diversidade. Assista à entrevista. 

Em um mundo onde ser diferente pode representar risco à vida, a mensagem por conscientização, respeito, direitos e igualdade deve chegar à sociedade toda. O Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+, neste 28 de junho, é um momento em que o apelo contra o preconceito e a discriminação deve ser amplificado.

Assista à entrevista:

O Marco Zero é um programa conjunto produzido pelo H2FOZ e Rádio Clube FM. Entrevista, opinião, enquete, entretenimento, esporte, cultura e agenda. Todo sábado, das 10h às 12h. Participe do grupo no Whatsapp para receber as novidades. Clique aqui.

Os desafios e conquistas da comunidade LGBTQI+ marcaram a entrevista com o empresário e drag queen James Mosconi, no programa Marco Zero, produção do H2FOZ e da Rádio Clube FM. Também foi abordada a proposta e atividades da Pagu Café & Pub, um espaço em Foz do Iguaçu voltado para a diversidade.

O Marco Zero é um programa conjunto produzido pelo H2FOZ e Rádio Clube FM. Entrevista, opinião, enquete, entretenimento, esporte, cultura e agenda. Todo sábado, das 10h às 12h. Participe do grupo no Whatsapp para receber as novidades.  https://bit.ly/3ws5NT0

James lembra que o Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+ faz referência à Rebelião de Stonewall, manifestações da comunidade LGBT, em Nova York, Estados Unidos, na década de 1960. Os protestos eram contra a criminalização e a repressão policial contra gays.

“Esses marcos [como o Dia do Orgulho LGBTQI+] são importantes porque, a partir daí, surgem novos direitos, novas leis e questões. É uma luta constante”, enfatizou James Mosconi. “E com direitos se combate a discriminação, conforme a gente vai igualando a sociedade”, completou.

Na entrevista, James ressaltou a importância de espaços voltados à diversidade, como a Pagu Café & Pub, que funciona no Centro Comercial JK, no centro de Foz do Iguaçu. “Ela surgiu como espaço de cultura LGBT”, explicou.

“Sentíamos a necessidade de um local que pagasse cachê para apresentações de drag queen e de um espaço que possibilita outras discussões na cidade”, disse. Assim como outros segmentos, a Pagu teve de ajustar suas atividades devido à pandemia, informou James.

“Manter a Pagu durante a pandemia é uma luta diária”, sublinhou. “Essa característica de resistência da comunidade LGBT, que é histórica, faz com que a gente continue resistindo, mesmo nessa situação de dificuldade”, narrou. “A gente tem que continuar lutando. As apresentações que realizávamos é que nos faz muita falta”, finalizou James Mosconi.

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Paulo Bogler - H2FOZ

Paulo Bogler é jornalista e repórter do H2FOZ. e-mail: [email protected] Veja mais mais conteúdo do autor.

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