Passada quase uma semana do assalto em Santa Rita, as autoridades do Paraguai prenderam, até o momento, seis pessoas suspeitas de participação.
Na madrugada de terça-feira (16), um grupo com até 20 indivíduos, fortemente armados, atacou três bancos e uma casa de câmbio. A quadrilha conseguiu invadir os cofres de duas agências e fugir com uma quantia ainda não confirmada.
A lista de suspeitos presos preventivamente (por tempo indeterminado) no Paraguai inclui cinco homens e uma mulher. Um brasileiro de 23 anos e uma mulher de 34 anos integram a relação de indiciados.
As acusações citam, via de regra, roubo agravado, sequestro, associação criminosa, furto especialmente grave e furto agravado por formação de quadrilha, ademais de transgressão à Lei de Armas e Explosivos.
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Polícia Nacional e Ministério Público do Paraguai apontam que a quadrilha está composta por criminosos paraguaios e estrangeiros, principalmente brasileiros.
Até o momento, não há qualquer informação sobre recuperação do dinheiro subtraído dos cofres dos bancos Familiar e GNB. No ueno bank e na Casa de Câmbio Santa Rita, por outro lado, não houve invasão do cofre.
Indícios coletados pelos investigadores sustentam que pelo menos parte do grupo fugiu para o Brasil cruzando as águas do lago de Itaipu. A travessia ocorreu em pontos de Hernandarias e Santa Fe del Paraná, entrando no Paraná por locais como Itaipulândia.
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