A partir do próximo dia 14, moradores de Foz do Iguaçu, Presidente Franco, Ciudad del Este e Hernandarias poderão passar de carro pela Ponte da Integração, das 7h às 13h, evitando os congestionamentos quilométricos da Ponte da Amizade.
Para tanto, porém, precisarão contar com o Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF). No Brasil, o documento é emitido pela Polícia Federal. No Paraguai, a emissão está a cargo da Direção Nacional de Migrações (DNM).
Conforme o acordo que deu origem ao documento cobrado para a travessia da Ponte da Integração, o cidadão fronteiriço deverá obter o DTVF no país vizinho.
Paraguaios precisarão requisitar a cédula no Brasil, a R$ 63,85. Já os brasileiros deverão pedir o DTVF no Paraguai, a G$ 234.154 (R$ 205).
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A diferença de custo entre um país e outro para a emissão do mesmo documento está na mira da Comissão Mista Brasil-Paraguai, criada para debater aspectos relacionados à operacionalização da Ponte da Integração.
De acordo com o jornal ABC Color, a delegação brasileira na comissão pediu às instituições do Paraguai a equiparação do custo. Assim, a DNM passaria a cobrar dos brasileiros o mesmo valor cobrado dos paraguaios pela PF.
Ainda não há, contudo, uma definição sobre eventual alteração no valor da taxa de emissão. A redução teria como base o princípio da reciprocidade, adotado em outras questões relacionadas à documentação e à fiscalização fronteiriça.
Para saber mais sobre os requisitos para a obtenção do DTVF, clique aqui. O documento serve não só para atravessar a Ponte da Integração, mas para comprovar residência nas cidades fronteiriças e ter acesso a serviços públicos em país diferente ao de residência.

