Nova pesquisa Alfa Inteligência/TMC, divulgada nesta terça-feira, 15, mostra os números de Sergio Moro (PL), Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT), os três principais nomes na corrida ao Governo do Paraná. O levantamento também mediu a avaliação do governo de Ratinho Junior nesta reta final do segundo mandato.
Conforme a Alfa Inteligência, a disputa para a principal cadeira do Palácio Iguaçu, na pesquisa estimulada (são informados os nomes dos candidatos), registra:
- Sergio Moro: 39% das intenções de voto;
- Sandro Alex: 26%;
- Requião Filho: 20%;
- Tayna Miessa (UP) e Luiz França (Missão): 1% cada um;
- brancos e nulos: 5%;
- não souberam/não responderam: 8%.
Já na metodologia espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Moro tem 25%; Sandro Alex, 14%; e Requião Filho, 13%. E 3% afirmam que votariam em branco ou anulariam o voto; 44% não souberam ou não responderam.
Avaliação do governo
A Alfa Inteligência ouviu os entrevistados sobre a avaliação do governo de Ratinho Junior (PSD). Conforme o recolhido na pesquisa, 74% dos paranaenses aprovam a atual gestão, 22% desaprovam, e 3% não souberam ou não opinaram.
Conforme 79% dos paranaenses ouvidos pela Alfa Inteligência, o próximo governo deverá dar continuidade às ações de Ratinho Junior. Já 17% são a parcela dos que responderam preferir uma mudança completa.
O desempenho de Ratinho Junior está diretamente ligado à corrida eleitoral, já que ele é o principal cabo eleitoral de Sandro Alex, que aposta na ideia de sucessão e continuidade para fisgar o eleitor.
Levantamento
A pesquisa Alfa Inteligência/TMC consultou 1.200 eleitores do Paraná e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o n.º PR-03042/2026. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, segundo a responsável pelo levantamento.
H2FOZ nas eleições
O H2FOZ realiza a cobertura das eleições, com espaço aos candidatos a deputado federal e estadual de Foz do Iguaçu, a agendas na cidade e às candidaturas majoritárias. O portal veiculou pesquisas de institutos em maio, junho, agosto e setembro.
O intuito é meramente mostrar o retrato do momento na preferência dos eleitores, já que os diagnósticos eleitorais não têm o objetivo de “adivinhar” ou antecipar resultados. As metodologias e a execução dos diagnósticos são de responsabilidade de seus realizadores, submetidas ao acompanhamento dos órgãos competentes, como a Justiça Eleitoral.

