Foz do Iguaçu está perto de alcançar a marca de 60 mil doses aplicadas da vacina contra a gripe (influenza). De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, 58.500 pessoas foram imunizadas, contagem até sexta-feira, 24.
Desde 29 de junho, a vacinação foi ampliada para toda a população com 6 meses de idade ou mais e segue disponível em 28 unidades básicas de saúde (UBSs), por todas as regiões da cidade. O imunizante é gratuito.
Apesar do avanço na cobertura geral, os índices entre as crianças continuam abaixo do esperado. Apenas 38,39% do público infantil recebeu a vacina até o momento — perto de quatro a cada dez pequenos.
Entre os grupos prioritários, as gestantes representam o grupo de maior adesão, com 67,3% de cobertura. Na sequência aparecem os idosos, com 47,66% de imunização.
A baixa adesão das crianças preocupa a Secretaria de Saúde, especialmente diante do aumento dos casos de doenças respiratórias registrados no município.
Vacina é a proteção
A secretaria reforça que a vacinação continua sendo a principal medida para prevenir casos graves e óbitos provocados pelo vírus da influenza, além de contribuir para reduzir a circulação da doença. O órgão também recomenda a adoção de hábitos de higiene e de uma alimentação saudável como medida complementar de prevenção.
Para receber a vacina, basta comparecer à UBS mais próxima de casa com um documento de identificação com foto. A carteira de vacinação é recomendada, mas sua ausência não impede a aplicação da dose.
(Com informações da Agência Municipal de Notícias)


Parabéns pelos números divulgados. Pena que a realidade da UBS KLP seja bem diferente. De que adianta falar em milhares de vacinas aplicadas se o cidadão doente chega à unidade e ouve que “não tem agendamento” ou que o médico já não vai atender mais pacientes às 15h? A população precisa de atendimento, não de desculpas. O atendimento na UBS KLP precisa urgentemente de mais humanidade, respeito e treinamento para quem trabalha na recepção e no acolhimento. Saúde pública não é favor, é direito. E outra: se realmente faltam vacinas contra a gripe na unidade, alguém precisa explicar essa diferença entre o discurso e a realidade. Também é preciso investigar qualquer tratamento desigual a estrangeiros, que trabalham, pagam impostos e merecem o mesmo respeito que qualquer cidadão. Se nada mudar, as próximas reclamações serão encaminhadas à Ouvidoria do SUS, à Secretaria Municipal de Saúde, ao Ministério Público e ao Conselho Municipal de Saúde. A população merece mais do que propaganda: merece atendimento digno.
É só os profissionais de saúde, fazer e levar essa campanha até as creches e CMEIS e tornar obrigatório para a realização da matrícula e rematrícula!