A largada da cavalgada pela Estrada Velha de Guarapuava também foi marcada por uma homenagem à memória da Vila de Santo Alberto, uma antiga comunidade existente no Parque Nacional do Iguaçu. Eram colonos vindos em sua maioria do Rio Grande do Sul, que vieram em busca de uma vida melhor para suas famílias e se estabeleceram próximo às Cataratas do Iguaçu.
Discurso turístico e a imagem de Foz do Iguaçu e região: limitações
O setor turístico é um dos mais importantes ramos de atividade de nossa região, escreve Daniela Martello. Leia seu artigo resultante do trabalho de conclusão do curso de Letras Artes e Mediação Cultural da UNILA 2015.
A travessia, o bondinho, o acidente e a enchente, sob o olhar de Joel Petrovski
Completamos a série como trabalho do repórter fotográfico Joel Petrovski, resgatado pelo jornalista Aluizio Palmar para o Museu da Imagem da Câmara Municipal de Vereadores de Foz do Iguaçu. Os arquivos do fotógrafo, já falecido, colaboram para narrar à história de Foz do Iguaçu. Um dos retratos marcantes, entre muitos, é o da travessia de barcos do Brasil para a Argentina - o bondinho que transportava os passageiros até o cais descarrilado e enchentes do Rio Iguaçu.
Fotos e curiosidades dos tempos da balsa e da construção
A pedido do H2FOZ, o ambientalista, pesquisador e guia turístico Francisco Amarilla Barreto selecionou fotos antigas da época da travessia feita em embarcações pelo Rio Iguaçu e da construção da Ponte Tancredo Neves, além de curiosidades.
Brasil-Argentina: tudo nos une e nada nos separa
Esta breve nota, parte do trabalho Olhares sobre os 30 anos da Ponte Tancredo Neves para o portal H2Foz, busca apresentar uma análise que se distancia dos impactos diretos da obra de engenharia e se detém muito mais a questões macro a respeito da união estratégica entre o Brasil e a Argentina. A construção da ponte, neste caso, é interpretada como parte do lento e complexo amadurecimento de uma relação secular entre os dois gigantes da América do Sul.
Uma ponte de transformação, por Ronildo Pimentel
O Porto Meira e o conjunto de bairros que formam a região Sul de Foz do Iguaçu é onde ocorreram mais transformações a partir da construção da Ponte Presidente Tancredo Neves, ou Ponte da Fraternidade, como ficou conhecida antes e após sua inauguração. No início dos anos 1980, a então Rua General Meira, única via de acesso ao porto de mesmo nome no rio Iguaçu, único acesso à municipalidad de Puerto Iguazú, na Argentina.
O balanço sucessivo da Ponte Tancredo Neves
A Ponte Tancredo Neves é resultado dos esforços de brasileiros e argentinos em todas as etapas do empreendimento. Os dois países estiveram juntos na elaboração do projeto, escolha do local, mão de obra, financiamento. A construção começou em 13 de janeiro de 1983, com término em 29 de novembro de 1985. Ou seja, um tempo relativamente razoável de três anos.
Oscar Alliana, um hermano brasileiro
Ele nasceu em Puerto Iguazú em 1936, quando a cidade ainda se chama Puerto Aguirre, mas mora em Foz do Iguaçu desde 1962. Nos seus 79 anos de vida, alternou residência entre as duas cidades e até hoje mantém laços afetivos e profissionais em ambos os lados da Ponte Tancredo Neves. Esse homem é Oscar Alliana, casado com Ilza Ramheier e pai de André, Enrique e Eduardo.
Puerto Iguazú, uma vizinha sedutora
Ela é pequenina, tem cerca de 80 mil moradores, mas se revela bastante atraente aos milhares de visitantes que recebe todos os anos. Vizinha a Foz, Puerto Iguazú tem seus encantos que chamam a atenção dos habitantes da Terra das Cataratas e dos turistas, os quais cruzam a Ponte Tancredo Neves todos os dias rumo ao município argentino.
Bomba atômica, local, aduanas e desenvolvimento
Considerado um dos principais defensores da construção da Ponte Tancredo Neves, o empresário iguaçuense Sérgio Lobato Machado faz uma leitura de episódios que marcaram o antes e o depois do empreendimento. Ele resgata a comissão mista, o medo dos argentinos com a bomba atômica Itaipu Binacional, a polêmica para a escolha do lugar, o afastamento das aduanas e o desenvolvimento da região.

