Argentina prende casal de brasileiros no aeroporto de Puerto Iguazú

Viajantes estavam com quase oito mil comprimidos de anfetamina; destino era a cidade de Buenos Aires.

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Agentes da Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA) da Argentina, posicionados no Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú, prenderam um casal de nacionalidade brasileira, que tentava embarcar para Buenos Aires de posse de 7.885 comprimidos de anfetamina, ocultos em meio à bagagem.

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De acordo com o material enviado à imprensa pela PSA, a prisão ocorreu na sexta-feira (5), no momento em que a passageira e o acompanhante viajariam em uma aeronave da companhia Flybondi para a capital argentina. A presença da substância foi detectada com o uso de equipamentos de raios X.

“Após identificar a proprietária – uma cidadã brasileira que viajava acompanhada de seu marido de igual nacionalidade – ela foi convocada junto a testemunhas para a verificação da bagagem”, descreve o boletim.

“Entre as roupas, a equipe policial encontrou seis frascos de levedura de cerveja e três garrafas plásticas que continham comprimidos marrons. Ao submeter a substância ao reagente químico, o resultado foi positivo para anfetamina”, informa a PSA.

Comprimidos estavam em três garrafas na bagagem da passageira. Imagem: Gentileza/PSA
Comprimidos estavam em três garrafas na bagagem da passageira. Imagem: Gentileza/PSA

Além do entorpecente, foram apreendidos dinheiro em moedas diversas, dois telefones celulares, dois tablets, um notebook e documentos. Os brasileiros foram postos à disposição da Justiça Federal argentina, tendo como responsável em primeira instância o juiz Miguel Ángel Guerrero, da Vara Federal de Eldorado.

Teste com reagente deu positivo para anfetamina. Imagem: Gentileza/PSA
Teste com reagente deu positivo para anfetamina. Imagem: Gentileza/PSA
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1 comentário
  1. Sérvolo Diz

    Estranho jornalismo, parece que foi feito por “jornalista” parcias, cheio ações e frases sem sujeitos, uma vergonha descarada. E não é a primeira vez. Triste de mais, fico pensando nas dezenas de pessoas que trabalharam duro para construi isso, no meu caso foram mais de dois anos queríamos um órgão democratico de comunicação e não um panfleto digital que age em função de interesses poucos ortodoxicos. Os TRAFICANTE NÃO TEM NOMES SENHOR EDITOR? Até o juiz que julgar o caso já está posto. POR OS CRIMINOSOS NÃO?

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