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H2FOZ e Visões de Mundo lançam série de entrevistas a partir de abril

Programa aposta em storytelling e diversidade de vozes da região trinacional do Brasil, Paraguai e Argentina

4 min de leitura
H2FOZ e Visões de Mundo lançam série de entrevistas a partir de abril
Programa traz conteúdos plurais.
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Uma parceria entre o H2FOZ e o canal Visões de Mundo trará aos leitores do portal uma diversidade de conteúdos a partir do dia 19 de abril. De natureza plural, a plataforma contém entrevistas com especialistas, pioneiros da região e formadores de opinião.

Fundado em 2003 pela jornalista Mônica Nasser, o Visões de Mundo nasceu quando ela estudava jornalismo. Em estilo documentário, o programa é carregado de histórias com diferentes “olhares” em linguagem de storytelling.

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De periodicidade mensal, o programa trará nos primeiros episódios entrevistas com a professora e doutora em Ciência Política Renata Peixoto Oliveira, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila); a professora Fran Rabelatto, do curso de Cinema e Audiovisual da Unila; e o jornalista Alexandre Palmar, coordenador do projeto Museu da Imprensa.

De acordo com Mônica, hoje, o Visões de Mundo se tornou um canal que envolve portal e multiplataformas digitais. Tem como destaque as entrevistas com um jornalismo responsável, aprofundado e de qualidade que está presente no coração do portal.

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Leia também: Novidade na internet: H2FOZ e UOL firmam parceria em Foz

Leia a entrevista:

Você começou o Visões de Mundo ainda na faculdade. Em que momento percebeu que ele deixaria de ser um projeto acadêmico e se tornaria central na sua carreira?

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Sim, iniciei na faculdade, quando eu cursava Jornalismo. Eu percebi que ele era diferenciado, trazia entrevistas aprofundadas meio estilo documental, com histórias de pioneiros, de múltiplas culturas, credos, religiões, olhares. Neste caminho da pluralidade da região trinacional e do mundo, observei que as pessoas começaram a comentar das entrevistas. Portanto, algo marcava, fazia refletir, emocionava elas. O programa trazia sementes de transformação, o que para mim são a base da nossa profissão. Eu só acredito em um jornalismo que transforma, que amplia a visão.

O nome Visões de Mundo carrega uma ideia forte. Como você traduz esse conceito na prática editorial hoje?

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O nome para mim é emblemático. O programa surgiu em 2003, e o nome já era visionário. Eu sempre conversava com o meu pai sobre o nome, analisávamos como ele é à frente do seu tempo: Visões de Mundo. Eu nem lembro de onde surgiu esta ideia. O universo deve ter soprado [risos]. Eu sempre busquei o multicultural, o respeito aos mais diferentes olhares. Eu acredito no respeito às múltiplas visões de mundo como um processo para a paz. Para mim, não existe outro caminho a não ser respeitar as diferenças e fazer disto um processo de encontro e de construção de pontes. Buscar o que nos une. E o programa Visões de Mundo veio com este viés: mostrar diferentes visões. Quando olhamos com a lente do outro, ampliamos a nossa mente e aprendemos. Isto é fantástico.  Fora isto, depois eu me graduei também em Relações Internacionais, o que para mim complementa o Jornalismo. Portanto, é uma área internacionalista que eu também amo, com uma visão de mundo global, do mundo. Muito do que eu sou e busco como ser humano. É um nome que até hoje eu vejo como atual e visionário.

Como funciona a escolha dos entrevistados? O que faz uma história ou personagem “merecer” estar no projeto?

Todas as histórias merecem, mas eu acredito que eu escolho as que podem impactar e fazer com que as pessoas ampliem seus olhares no respeito ao diferente, no ampliar da visão e na construção de um mundo de paz. Temos tantos entrevistados incríveis neste processo.

Em um território diverso como Foz do Iguaçu, quais histórias ainda estão pouco exploradas e você gostaria de contar?

É inesgotável os personagens, em Foz do Iguaçu, no mundo. Em especial, hoje, o digital nos aproxima. Diariamente estamos aprendendo com o outro. Acho que precisamos de entrevistados que contribuam com um mundo mais justo, igualitário, harmônico. Que tragam visões de mundo construtivas.

Em meio ao excesso de informação e desinformação, qual é o papel do jornalismo que aposta na profundidade e no storytelling?

É o jornalismo transformador.  É a essência do jornalista responsável e que sabe o quanto o conhecimento profundo e a informação correta salvam vidas e ampliam olhares. Sem dúvida, o jornalismo que aposta na profundidade e no storytelling, em histórias reais, que fazem avançar e conectam, contribui para um mundo melhor em todos os sentidos.

O conteúdo pode ser acessado nos seguintes endereços:

Site: https://visoesdemundo.com.br

YouTube: https://m.youtube.com/%40canalvisoesdemundo

Instagram: https://www.instagram.com/canalvisoesdemundo

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    Denise Paro

    Denise Paro é jornalista pela UEL e doutoranda em Ciências Políticas e Relações Internacionais. Atua há mais de duas décadas nas Três Fronteiras e tem experiência em reportagens especias. E-mail: deniseparo@h2foz.com.br

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