Sob o tema “Para cada geração, as vacinas funcionam”, é celebrada, entre os dias 24 e 30 de abril, a Semana Mundial da Imunização. A campanha de 2026 reforça que a vacinação vai além da proteção individual: trata-se de um escudo coletivo que contribui para um futuro mais saudável para crianças, adultos e idosos.
Consideradas um dos maiores avanços da ciência moderna, as vacinas previnem entre 3,5 milhões e 5 milhões de mortes por ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além de salvar vidas, evitam complicações graves e sequelas permanentes.
“As vacinas funcionam ao permitir que o organismo reconheça vírus ou bactérias sem desenvolver a doença. Esse contato estimula a produção de anticorpos, garantindo resposta rápida em exposições futuras”, explica o secretário de estado da Saúde, César Neves.
Vacina salva vidas
A Semana Mundial da Imunização também atua como um alerta para que a população verifique e atualize a caderneta vacinal. “É um lembrete simples, mas essencial, que reforça o compromisso coletivo com a saúde”, afirma o secretário.
No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações prevê vacinas fundamentais para o controle de doenças de alto risco, algumas com histórico de surtos e epidemias. No Paraná, os imunizantes do calendário oficial são oferecidos gratuitamente em mais de 1.800 salas de vacinação, conforme a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).
Entre as principais vacinas disponíveis estão a BCG, contra formas graves de tuberculose; hepatite B; pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae b; além das vacinas contra poliomielite, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e febre amarela, indicada para regiões endêmicas.
Para vacinar-se, basta procurar a unidade básica de saúde mais próxima. A imunização é gratuita, segura e um direito de todos.
Um dos chamados da saúde pública, neste momento, é para os grupos prioritários para a vacinação contra a gripe. Isso porque a imunização feita antes do frio ajuda a população a evitar os riscos da doença no período de queda de temperatura.
(Informações da Agência Estadual de Notícias)


