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Centro do Coração do Itamed faz 21 anos, consolidado como referência em cardiologia

Em 2025, hospital superou 20 mil atendimentos cardíacos e zerou fila; nos três primeiros trimestres deste ano, foram feitas 48 cirurgias de alta complexidade e 242 internações.

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Centro do Coração do Itamed faz 21 anos, consolidado como referência em cardiologia
A estrutura foi inaugurada em 2005 - foto: assessoria/divulgação


O Centro do Coração do Hospital Itamed completa 21 anos, consolidado como referência em cardiologia de média e alta complexidade nas Três Fronteiras. Inaugurado em 2005, o serviço mantém elevado volume de atendimentos e indicadores assistenciais consistentes.

No primeiro trimestre de 2026, já foram realizadas 48 cirurgias de alta complexidade e 242 internações. Ampliando a abrangência, o número de atendimentos ao longo de 2025 demonstra a consistência dos serviços, com mais de 20 mil registros na especialidade, sendo:

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  • 16.460 atendimentos ambulatoriais;
  • 3.879 atendimento no pronto-socorro;
  • 185 cirurgias cardíacas.

Outro indicador relevante é a fila zerada para cirurgias cardíacas desde o ano passado, permitindo que os procedimentos ocorram por demanda, com maior previsibilidade e redução do tempo de espera.

“A gente estruturou protocolos, alinhou equipes e organizou os fluxos”, contextualiza o diretor-superintendente do Hospital Itamed, Gilmar de Oliveira. “Hoje, o resultado aparece: temos uma assistência em excelência, com equipe qualificada, leitos disponíveis, cirurgias acontecendo e uma UTI e pronto-socorro preparados 24 horas para atender o paciente cardíaco.”

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Centro do Coração

A estrutura do Centro do Coração é integrada e contempla atendimento ambulatorial, pronto-socorro com cardiologistas 24 horas, centro cirúrgico, unidade de hemodinâmica, UTI coronariana e enfermarias. O serviço de hemodinâmica, único na região, realiza procedimentos diagnósticos e terapêuticos minimamente invasivos, como cateterismo e angioplastia.

A incorporação de novos instrumentais cirúrgicos de tecnologia alemã também ampliou a capacidade operacional, possibilitando a realização de cirurgias simultâneas ou sequenciais sem impacto no tempo de preparo.

Na UTI coronariana, o atendimento segue protocolos definidos desde a admissão, abrangendo desde o pós-operatório de cirurgias, como revascularização do miocárdio e troca valvar, até casos clínicos graves, como infarto agudo do miocárdio e insuficiência cardíaca descompensada.

Casos de alta complexidade evidenciam a integração multiprofissional. Recentemente, equipes realizaram com sucesso uma cirurgia de revascularização em um paciente de 40 anos após parada cardíaca, reforçando a capacidade de resposta rápida da unidade.

O cirurgião cardíaco Arturo de Isasa, há dez anos na instituição, destaca a integração das equipes. Na semana passada, ao lado do cardiologista Carlos Heitor Passerino, participou da cirurgia de revascularização do miocárdio, procedimento de alta complexidade e com seis horas de duração. “Mesmo em situações graves, conseguimos dar uma resposta rápida e segura, graças ao trabalho conjunto de toda a equipe”, ressalta.

(Com informações da assessoria)

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    Paulo Bogler

    Paulo Bogler é repórter do H2FOZ. Com enfoque em pautas comunitárias, atua na cobertura de temas relacionados à cidade, política, cidadania, desenvolvimento e cultura local. Tem interesse em promover histórias, vozes e o cotidiano da população. E-mail: bogler@h2foz.com.br.

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