Às 15h desta terça-feira (30), a vazão de água nas Cataratas do Iguaçu estava em 5.880 metros cúbicos por segundo (m³/s). Tal fluxo equivale a 5.880.000 litros descendo, a cada segundo, os paredões da paisagem fronteiriça entre Brasil e Argentina.
Na comparação com o registro considerado normal, de 1.500m³/s, a vazão já está quase quatro vezes acima. A marca de 6.000m³/s poderá ser alcançada ainda na tarde desta terça, pois o fluxo do Rio Iguaçu continua crescendo.
De acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), a vazão nas Cataratas do Iguaçu está subindo desde as 13h de domingo (28). Na ocasião, conforme os registros, estava em 1.250m³/s, ainda abaixo do referencial padrão.

Para as próximas 36 horas, há tendência de continuidade de marcas acima de 5.500m³/s, com pico ligeiramente superior a 6.000m³/s.
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No lado brasileiro das Cataratas do Iguaçu, todos os passeios e mirantes estão habilitados. No lado argentino, os protocolos de segurança estabelecem vistorias contínuas e eventual fechamento preventivo de passarelas como a da Garganta do Diabo.
Antes da atual cheia, as Cataratas ficaram meses com vazão abaixo da média, devido às chuvas insuficientes ao longo da bacia hidrográfica.

Cheia nas Cataratas do Iguaçu
O incremento de agora ocorre em razão dos temporais que atingiram partes do Oeste e do Sudoeste do Paraná, bem como municípios de Santa Catarina. O Rio Iguaçu nasce na região de Curitiba e corta o estado de Leste a Oeste para desaguar no Rio Paraná.
O Parque Nacional do Iguaçu abre diariamente para visitas às Cataratas, com último horário para entrada às 16h. Conforme a concessionária Urbia+Cataratas, moradores de Foz do Iguaçu e municípios lindeiros ao parque têm direito aos descontos do Passe Comunidade (clique aqui para saber mais).

