Presentes na região de fronteira muito antes da chegada dos europeus, os povos de origem guarani têm visões particulares sobre locais como as Cataratas do Iguaçu.
A cosmovisão guarani, por exemplo, trata o conjunto de quedas-d’água como um lugar de importância singular para explicar a vida no planeta Terra.
Além disso, momentos como o do encontro da Constelação da Ema (clique aqui para saber mais) com as Cataratas servem como marcadores para o calendário de estações do ano, sinalizando período de seca.
De acordo com o portal La Voz de Cataratas, de Puerto Iguazú, o olhar guarani sobre a paisagem fronteiriça integra um programa desenvolvido pelo Parque Nacional Iguazú.
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Nesse sentido, estudantes do Instituto Superior Indígena Raúl Karai Correa participaram, na semana passada, de um treinamento no local.
Conforme a direção da unidade, a ação visa a tornar os jovens aptos a receber visitantes e compartilhar a visão guarani sobre as Cataratas.
As capacitações contam com o acompanhamento de parceiros como a Fundação Vsocial e a empresa Ventura Travel, interessada em oferecer o serviço.
Os jovens guias residem em comunidades indígenas do entorno das Cataratas, como Yryapú e Mbaraka Poty. Para saber mais sobre a iniciativa (em espanhol), clique aqui.

