A Argentina viveu, no último fim de semana, o feriado prolongado de 25 de maio, alusivo à Revolução de Maio de 1810. Em Puerto Iguazú, a movimentação na hotelaria local ficou em um patamar morno, com ocupação média de 62%.
Em declarações reproduzidas pelo portal Misiones Online, Marcelo Ghione, integrante da Associação de Hotéis de Turismo (AHT), considerou que os números ficaram distantes dos desejados pelo setor.
“Nós, como hoteleiros, queremos 100% de ocupação, mas entendemos que há um contexto do país, um contexto mundial, e estamos na baixa temporada [em Puerto Iguazú]”, avaliou.
“Por isso, estamos esperando a chegada de julho. Ainda há o mês de junho pela frente, mas esperamos que julho seja bom e que a temporada de estrangeiros seja promissora”, complementou Ghione.
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Por ora, no entanto, a procura está definida pelos hoteleiros como “tranquila”. Para movimentar o período, a hotelaria de Puerto Iguazú está fazendo promoções, como descontos de cerca de 30% e pacotes com serviços adicionais.
A rede hoteleira de Puerto Iguazú depende, principalmente, do fluxo de hóspedes argentinos e de mercados como Europa e América do Norte.
Para conseguir as melhores ofertas, Ghione recomenda contato direto com os hotéis, pois as plataformas de reserva de hospedagem cobram comissão. “Muitas vezes, a compra pela plataforma acaba ficando mais cara que a compra direta”, alertou.
As férias de julho na Argentina costumam ter três semanas de duração, com data de início e término variando conforme a província. A maior procura em Puerto Iguazú ocorre durante as férias em Buenos Aires, principal mercado emissor do país.

