Sindicato que representa os servidores públicos do setor migratório na Argentina, a ATE Migraciones manteve, nesta semana, reunião com representantes da Direção Nacional de Migrações para tratar de questões relacionadas à categoria na província de Misiones.
De acordo com o portal La Voz de Cataratas, a entidade sindical reivindica o aumento na quantidade de funcionários para a fiscalização na fronteira.
Para reduzir as filas na aduana argentina da Ponte Tancredo Neves, por exemplo, a ATE Migraciones calcula a necessidade de pelo menos mais cem agentes.
Atualmente, a fronteira entre Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú lidera o ranking de postos fronteiriços mais movimentados da Argentina. Mesmo assim, a disponibilidade de pessoal é considerada cronicamente insuficiente, o que provoca as famigeradas filas.
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Conforme o La Voz de Cataratas, a ATE Migraciones expôs, também, a necessidade de reforços pontuais em períodos de férias, alta temporada e feriados prolongados.
Outra questão diz respeito ao funcionamento de equipamentos como escâneres de documentos, que não estariam operando de forma adequada. Sobre isso, o órgão migratório argentino reconheceu a necessidade de manutenção e configuração.
Por ora, contudo, não há previsão de reforço operacional definitivo para atuação na aduana da Ponte Tancredo Neves em Puerto Iguazú.
Demoras na aduana argentina
Descontentes com as esperas que, frequentemente, ultrapassam duas horas, taxistas e motoristas da Argentina fizeram, na última quarta-feira (10), uma manifestação em Puerto Iguazú.
O protesto, concentrado na rotatória de acesso à cidade, teve como objetivo expressar o descontentamento dos trabalhadores quanto à falta de soluções.
Nos últimos dias, lideranças da cidade argentina também vêm questionando acerca das demoras, tendo em vista a proximidade com as férias escolares de julho.


