Um dos temas centrais do noticiário desta semana em Foz do Iguaçu e região de fronteira foi a cheia simultânea dos rios Iguaçu e Paraná.
Nas Cataratas, o pico da vazão ocorreu na quarta-feira (14), com a passagem de 15.800 metros cúbicos por segundo (m³/s). Tal fluxo equivale, de acordo com os registros, a 10,5 vezes a média para o trecho do rio em Foz do Iguaçu.
Também na quarta-feira, o Rio Paraná atingiu sua cota máxima na região da Ponte Internacional da Amizade, a 121,4 metros acima do nível do mar.

Desde então, o nível dos rios vem recuando de forma gradual, aliviando a situação das famílias prejudicadas pelas chuvas em Foz do Iguaçu, no Paraguai e na Argentina.
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Editorial com a opinião do H2FOZ sobre os temas da semana

No Paraguai, principalmente, mais de mil famílias estão sofrendo com os impactos da elevação do Rio Paraná, que represou afluentes que cortam a área urbana.
Após passar por Foz do Iguaçu, Ciudad del Este, Presidente Franco e Puerto Iguazú, o fluxo combinado dos rios está gerando aflição mais ao sul. No lado paraguaio, cidades como Ayolas já sofrem o impacto, enquanto na Argentina locais como Itaití estão embaixo d’água.

Mais água a caminho?
Para a próxima semana, a meteorologia prevê novas chuvas para Foz do Iguaçu, assim como para as cabeceiras dos rios que passam pela região.
O H2FOZ continuará monitorando o panorama, contando com o olhar do fotógrafo Marcos Labanca e a colaboração de leitores como João Thomazi.
Jornada 6×1 em Foz do Iguaçu
O portal H2FOZ publicou, neste domingo (18), reportagem assinada pelo jornalista Vacy Alvaro, mostrando o alcance do fim da jornada 6×1 em Foz do Iguaçu.
O material usa dados de fontes oficiais e conta com gráficos para ilustrar o panorama. Para conferir o conteúdo, na íntegra, clique aqui.
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Guilherme Wojciechowski colabora diariamente com o H2FOZ e redige, aos domingos, a edição semanal da Carta ao Leitor.

