Observatório incentiva controle social entre estudantes da Unioeste/Foz

Acadêmicos podem realizar pesquisas e projetos, além de participar diretamente das atividades da entidade como voluntários.

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Considerando a relevância da universidade na produção de conhecimento e fortalecimento do controle social, o Observatório Social do Brasil – Foz do Iguaçu (OSB – FI) convidou estudantes e professores a participarem das atividades da entidade. Em ação no campus, nessa segunda-feira, 5, foi apresentado o relatório quadrimestral da instituição.

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Desde 2009, o OSB – FI realiza trabalho voluntário, custeada exclusivamente por mantenedores privados e promoções. Atua nos eixos de gestão pública, transparência, educação fiscal e ambiente de negócios, a fim de promover a boa gestão e a adequada aplicação dos recursos públicos.

“Queremos envolver cada vez mais a universidade, professores e estudantes, porque o nosso principal objetivo é ser um ente mobilizador da sociedade”, convidou o presidente do Observatório Social, Jaime Nascimento. Ele destacou que cada cidadão pode participar do monitoramento do uso do dinheiro que é de todos.

O coordenador da área de extensão do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), professor Tércio Vieira de Araújo, reforçou. “Queremos que nossos alunos sejam agentes ativos. Podem desenvolver pesquisas, trabalhos de conclusão, estágio e horas complementares, ou uma ação específica para fortalecer determinada iniciativa de controle social”, frisou.

Estudantes podem participar de atividades e desenvolver projetos de controle social – foto: Divulgação


Controle social é cidadania

A conselheira fiscal Leonor Venson e a coordenadora Rafaela Buono fizeram a apresentação do relatório quadrimestral e das ações do OSB – FI. Com exemplos, expuseram como a intervenção da entidade atingiu R$ 1,4 milhão em economia ao erário nos quatro primeiros meses do ano, a forma de atuação e funcionamento da associação civil.

“Contamos com a participação da comunidade acadêmica para nos ajudar a fazer esse trabalho de acompanhar como é gasto o dinheiro que é de todos, cobrar eficiência e serviços melhores”, pontuou Leonor. “O envolvimento popular e da academia traz grandes resultados lá na ponta, para a população que necessita de boa gestão”, disse.

O Observatório Social possui diferentes demandas, enfatizou Rafaela. “Precisamos de apoio desde a confecção de planilhas, que resultarão em indicadores, até o trabalho mais sistemático de análise das licitações de compras. Estudantes de todas as áreas do conhecimento são bem-vindos a nos ajudar”, concluiu.

(Com informações do Observatório Social em Foz do Iguaçu)

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