Exigido dos motoristas de carros de passeio que desejam utilizar a Ponte da Integração, o Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF) tinha diferentes custos de emissão para brasileiros e paraguaios.
Na fronteira trinacional, o DTVF funciona como uma espécie de identidade fronteiriça, exclusiva para moradores de Foz do Iguaçu, Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias.
Para obtê-lo e poder usar a Ponte da Integração, o paraguaio precisa solicitá-lo no Brasil, para a Polícia Federal (PF). Já o brasileiro deve ir até a sede da Direção Nacional de Migrações (DNM), na Avenida Rogelio Benítez, em Ciudad del Este.
No Brasil, para cidadãos paraguaios, a emissão do documento custa R$ 63,85. No Paraguai, para cidadãos brasileiros, tinha o valor de G$ 234.154 (cerca de R$ 205), agora reduzido para G$ 74.929 (aproximadamente R$ 64).
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A equiparação no valor veio após pedido formulado pelos órgãos que integram a Comissão Mista Brasil–Paraguai para a abertura da Ponte da Integração.
Atualmente, pouquíssimos brasileiros contam com o DTVF. Entre os paraguaios, há um contingente maior, em função, por exemplo, dos acadêmicos que estudam na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila).
De posse do DTVF, que tem validade de cinco anos, o motorista pode utilizar a Ponte da Integração, diariamente, entre as 7h e as 13h. Motociclistas e pedestres ainda não estão autorizados a passar pela via, conforme o plano de abertura gradual da nova fronteira.
Para conferir a lista de requisitos necessários para a obtenção do DTVF, clique aqui.

