Em seu discurso durante a Cúpula do Mercosul, em Assunção, nessa terça-feira (30), o presidente do Paraguai, Santiago Peña, fez uma curiosa menção à Ponte da Integração.
Na presença de Lula e demais chefes de Estado do Mercosul (exceto o argentino Javier Milei), Peña comparou a dificuldade de abertura da Ponte da Integração ao impasse em torno da navegação pelo Estreito de Ormuz, no Oriente Médio.
“A Ponte da Integração é uma bela realidade, mas uma realidade que nos custou muito. Abrir a passagem pela ponte está ainda mais difícil que abrir o Estreito de Ormuz”, afirmou o presidente do Paraguai.
Com sua fala, Peña criticou, de acordo com o jornal Última Hora, as supostas barreiras criadas pelo Brasil para a abertura da ponte.
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Não mencionou, contudo, que as obras de acesso à ponte seguem em andamento no Paraguai. A nova ponte sobre o Rio Monday, por exemplo, ficará pronta somente nos primeiros meses de 2027, limitando a capacidade de receber caminhões.
“Precisamos medir o sucesso da integração como a melhora da qualidade de vida das pessoas, do cidadão mais humilde, da família que cruza a fronteira sem perder uma manhã inteira na fila”, disse Peña.
A próxima etapa de abertura da Ponte da Integração Brasil–Paraguai está prevista para o dia 3 de agosto. Na ocasião, haverá a ampliação dos horários de travessia de caminhões vazios e ônibus de turismo, bem como a liberação para ônibus do transporte coletivo.


Presente paraguaio pode ate ter alguma razão,mas não totalmente inocente pois lá como aqui as obras de acesso de cargas estão atrasadas(aqui o porto seco, la o corredor metropolitano rodoviário)