Reclamações na saúde de Foz do Iguaçu seguem liderando cobranças na Câmara

Lista reúne falta de médicos, insulina e de fraldas geriátricas nas unidades de saúde do município, além de demora no atendimento.

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As reclamações relacionadas ao serviço de saúde pública no município seguem liderando as cobranças feitas por vereadores. O tema predominou como maior número de requerimentos na Câmara Municipal em novembro, pelo quinto mês consecutivo.

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Os procedimentos legislativos chegam a partir de moradores e usuários. As demandas da comunidade são convertidas em proposições ou pedido de informações, as quais são remetidas ao prefeito Chico Brasileiro (PSD).

No mês passado, 50 requerimentos foram aprovados em plenário, dos quais 13 abrangem diferentes situações na área essencial de saúde. As necessidades apontadas são as mais diversas, desde a manutenção de unidades até a demora no atendimento.



As cobranças em saúde destinadas à gestão municipal abordam, entre outros questionamentos:

  • falta de médicos no posto de saúde da Vila Carimã;
  • pedido de cronograma de limpeza em unidades de saúde;
  • demora em atendimento a vários pacientes;
  • aquisição de equipamentos hospitalares;
  • falta de insulina na UBS Morumbi de fraldas geriátricas nas unidades de saúde do município;
  • situação das cirurgias oftalmológicas;
  • prestação de contas de emendas impositivas referentes a aquisição de equipamento e custeio de atividades e investimentos no Hospital Municipal, tratamento de sequelas de covid-19 e financiamento de programa de monitoramento de glicose.

Em outubro, cerca de três a cada dez requerimentos foram pedidos por efetividade e reivindicações na saúde. Em outubro, dos 102 requerimentos protocolados, quase um terço das solicitações abrangeu o setor.

Saúde em Foz do Iguaçu

Neste mês, a prefeitura optou por fechar a UPA do Morumbi para reforma, transferindo os atendimentos para a UPA João Samek, gerando constantes queixas de usuários e servidores. As melhorias foram determinadas pela promotoria, mas não o seu fechamento.

A Itaipu Binacional deverá fazer um aporte de R$ 13,7 milhões ao Hospital Municipal para diminuir a fila de espera do Sistema Único de Saúde para cirurgias eletivas e de alta complexidade. A empresa definiu o status do convênio como “negociações a iniciar”.

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