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Por: Itaipu Binacional

Itaipu ajuda a preparar Foz do Iguaçu e região para a fase pós-covid 19

Itaipu ajuda a preparar Foz do Iguaçu e região para a fase pós-covid 19
A ampliação da pista, que permitirá ao aeroporto receber voos de longa distância, vai de vento em popa. (Foto: Sara Cheida)

A pandemia do novo coronavírus impôs uma nova rotina à maioria dos trabalhadores, muitos dos quais têm que trabalhar no sistema home office. Mas quem não tem essa opção e precisa estar na linha de frente, como os operários que atuam nas obras financiadas por Itaipu e em serviços essenciais da usina, seguindo os devidos cuidados, estão preparando a empresa e Foz do Iguaçu para a fase pós-covid-19, que se espera que esteja próxima.

Não há atrasos nos trabalhos; ao contrário. O cronograma das obras está em ritmo normal e, em alguns casos, até adiantado. A lista é enorme e já redesenha um novo cenário de desenvolvimento econômico para a região.

São projetos que já saíram ou vão sair do papel e garantem, num primeiro momento, geração de empregos, o que é essencial para girar a economia e evitar um colapso geral; e, num segundo momento, ajudarão a criar uma nova Foz do Iguaçu, o que beneficiará diretamente todo o Paraná e países vizinhos.   

"Cuidar da nossa gente"

“Faz parte da missão de Itaipu gerar energia com qualidade para o Brasil e o Paraguai, mas também cuidar da nossa gente. Por isso, vamos continuar mantendo investimentos em infraestrutura, para garantir o emprego e a segurança de centenas de brasileiros que dependem desse ganha-pão para sobreviver”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.

Com os olhos voltados para o futuro, a usina de Itaipu fez um plano de contingenciamento já prevendo o pós-covid-19. Internamente, Itaipu sistematizou o home office, conforme preconizam os protocolos da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, além de decretos municipais de distanciamento social no período da crise.

As atividades vitais da usina foram mantidas, seja por teletrabalho ou presencialmente, quando isso é essencial, especialmente para a geração de energia. Nesse caso, equipes atuam em sistema de escala.

As obras

Na Ponte da Integração, foi concluída a primeira fase da concretagem. Foto Sara Cheida

São cerca de R$ 700 milhões em investimentos da Itaipu em obras estruturantes. No caso da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, a concretagem da primeira fase está pronta no lado brasileiro. A construção da Perimetral Leste, a artéria que sustentará uma nova organização da logística da cidade, também está sendo impulsionada e deve começar em setembro.

O cronograma do mercado público municipal, que sofreu atraso por problemas com a antiga empreiteira, agora segue o ritmo normal.

Outras obras estão adiantadas: a segunda etapa da ciclovia da Avenida Tancredo Neves; o calçamento e a ciclovia do “Zerinho”, na região do Charrua; o prolongamento da Avenida Beira-Rio e a revitalização dos rios Almada e Boicy; e as reformas do aeroporto – prolongamento da pista, ampliação do pátio de manobras e duplicação do acesso entre a BR-469 e o terminal aéreo.

Dentro do cronograma, prosseguem as obras de duplicação da pista de acesso ao aeroporto. Foto Sara Cheida

As melhorias do turismo interno, que passam por uma repaginação, também já começaram.

A usina se prepara para iniciar as obras das futuras instalações da Delegacia da Mulher, da Delegacia do Turista, do Instituto de Identificação e da revitalização do Gramadão da Vila A, além das reformas no Hospital Costa Cavalcanti, que já estão em andamento. O hospital foi reestruturado com um ala exclusiva para casos de internamento de pacientes com o novo coronavírus.

Itaipu também prevê investir na duplicação da Rodovia das Cataratas (BR-469), uma reinvindicação de mais de 20 anos e que resolveria um dos grandes gargalos do acesso ao Parque Nacional do Iguaçu e ao Aeroporto Internacional, que recebem em tempos normais milhares de turistas. Essa é considerada uma das obras mais importantes para reconfigurar o status do turismo, vocação natural de Foz do Iguaçu.

Com esse rol de obras, diz Silva e Luna, “Itaipu oferece melhorias de atendimento social, gera centenas de empregos diretos e indiretos, impulsiona o desenvolvimento das estruturas logísticas e de circulação e, num ciclo virtuoso, dá condições para que as forças econômicas e o empresariado da cidade também invistam, criando ainda mais empregos e oportunidades para a sustentabilidade e o desenvolvimento da cidade e região por muito anos”.

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